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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Orientações para o ministério Diáconal


A palavra diácono tem um significado muito simples. Veio transliterada da língua grega diretamente para a portuguesa. Na língua original, quer dizer "servo".

Tudo indica que a função, conquanto se evidencie no Novo Testamento com este nome, já existia na sociedade hebréia. Moisés tinha os seus auxiliares, porque seus afazeres extrapolavam a sua capacidade humana. Tinha ele, portanto, um pugilo de homens que atendiam a segmentos mais particulares do povo de Deus.

Na Igreja Apostólica, atribui-se ao relato de Atos 6 a instituição diaconal. Por ele, verificamos que a função foi criada para que os pastores fossem assistidos, havendo quem cuidasse dos misteres materiais da comunidade cristã. O projeto de trabalho de Deus, portanto, coloca o pastor no ministério da palavra, do ensino e da oração (6.4), e o diácono na beneficência, assistência e ação social. (6.1-3). E os dois trabalhando em franca harmonia.

E porque esse é um trabalho de essência, os indicados deveriam ser pessoas de qualidade espiritual, exemplo para os mais novos e inspiração para todos (6.3) Os requisitos exigidos dos diáconos são muito claros na Escritura e estão relacionados em Atos 6.3; e 1Timóteo 3.9-13. O diácono deve ser confiável, cheio do Espírito Santo, cheio de sabedoria, respeitável, pessoa de palavra, temperante, não ganancioso, ter uma consciência limpa, irrepreensível, que bem administre os problemas de sua família, que seja um marido fiel, bom pai, que tenha boa reputação, prudente, equilibrado, acolhedor, tenha capacidade de ensino, não levante conflitos, seja tolerante e calmo. E Paulo acrescenta no caso das diaconisas: não sejam maldizentes (segundo a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, não faladeiras), moderadas, e fiéis em tudo.
Refletiremos sobre essas qualidades, objetivando, embora sucinta, ter uma visão abrangente do ministério diaconal, auxiliar num todo, o ministério do seu pastor.

Quanto a confiança
No segmento acima, relacionamos os requisitos exigidos dos diáconos e expostos na palavra de Deus. Os primeiros estão descritos em Atos 6.3.
Não poderia ser mais claro: o diácono há de ser uma pessoa confiável. Isso significa ser alguém em cujos olhos você lê caráter, honestidade e olhar sincero. É uma pessoa em quem não há falsidade. No livro de Jó, a falta de confiabilidade é coisa própria do ímpio. O capítulo 8, versos 14 e 15 desse livro dizem que "a sua confiança é como a teia de aranha.
Encontra-se à sua casa, mas ela não subsiste; apega-se a ela, mas ela não fica em pé".
Muita gente entrou em contato com Jesus e Seu ministério. O Evangelho de João declara que o Mestre não confiava em todos, como está expresso em 2.24: "Mas Jesus não confiava neles, pois a todos conhecia". Mesmo na comunidade cristã, havia pessoas a quem faltava essa abençoada qualidade. É o caso de Diótrefes, cujo comportamento é censurado e os irmãos alertados por não ser uma pessoa de confiança, pois "quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal jamais viu a Deus" (3Jo 9, 11). Paulo também menciona pessoas no meio dos primeiros discípulos, como é o caso de Alexandre (cf. 1Tm 4.14).
Pois é; um diácono, uma diaconisa há de ser pessoa de altíssima confiança, e que compreende o alto relevo de sua função no ministério entre o povo de Deus.

Quanto a vida com Deus
A palavra de Deus não faz por menos: o diácono há de ser uma pessoa plena do Espírito de Deus. Que significa essa expressão tão rica de colorido?
A base para a entendermos está em Efésios 5.18: "Não vos embriagueis com vinho, em que há devassidão, mas enchei-vos do Espírito". Por incrível que possa parecer, há um paralelo entre a intoxicação alcoólica e o ser cheio ou pleno do Espírito. Quando alguém se embriaga, seu andar, seu falar, seu tocar estão controlados pelo espírito do vinho, pelos seus vapores. Quando alguém está cheio do Espírito, seu tocar, seu falar, seu caminhar estão controlados pelo Espírito de Deus.
Sua personalidade, então, faz diferença pela influência altamente positiva sobre as pessoas para as quais sua vida se torna exemplo de entrega, dedicação e consagração. É uma pessoa santa, no sentido real da palavra: é uma pessoa diferente.
Esse diferencial fará o contexto de Efésios 5.18 parecer coisa facílima para o detentor da plenitude ou enchimento do Espírito, no caso em questão o diácono ou a diaconisa. Vai ser fácil:

* andar prudentemente (v. 15);
* não ser insensato (v. 17);
* Falar a modo de louvor (v.19)
* Dar graças a Deus por tudo, mesmo as amargas lições da vida (v.20)
* Sujeitar-se em amor e no temor de Jesus Cristo a outras pessoas (v.21).
* Ser imitador de Deus (v.1);
* Andar em amor (v.2)
* Entregar-se como sacrifício a Deus (v.2), porque tudo isso, e mais se poderia dizer, é ser controlado pelo Espírito Santo. Isso é ser um diácono ou uma diaconisa em quem habita a plenitude do Espírito de Deus.

Quanto a sabedoria
Diz-se hochmah em hebraico, e sophia em grego. São palavras interessantes pela riqueza de conceitos que possuem.
Não foi coisa pequena o Espírito de Deus ter inspirado os apóstolos a colocarem como requisito para o diaconato a sabedoria. Ao lado da confiabilidade e da plenitude do Espírito, a sabedoria é uma ferramenta preciosa que dá facilita a tarefa diaconal como conselheiro e auxiliar do seu pastor.
Um breve exame da presença desta virtude nas páginas do Antigo e do Novo Testamentos atesta como é relevante:
"Bem-aventurado o homem que encontra sabedoria..." (Pv. 3.13a);
"A sabedoria é suprema; portanto, adquire a sabedoria... Estima-a e ela te exaltará; abraça-a, e ela te honrará"" (Pv. 4.7, 8);
"Não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do pleno conhecimento da sua vontade; em toda a sabedoria e entendimento espiritual" (Cl 1.9);
"Andai com sabedoria..." (Cl 4.5a).
E seguiríamos adiante porque no AT, a hochmah, e no NT, a sophia são predicados de quem caminha na vereda dos justos.

Quanto ao reconhecimento
O título nada tem a ver com a malcriada reação de algumas pessoas. Realmente, visa a destacar a próxima qualidade do diácono: sua respeitabilidade.
Chama a atenção o fato de que essa virtude é via de mão dupla: o diácono se faz respeitar e respeita a quem serve. Recordemos que o dever de respeitar se faz presente em toda a Bíblia. E como, ao lado do ser servo, são líderes na Casa de Deus, "o ancião é o homem de respeito, são a cabeça", ensina Provérbios 9.15a. Não ensina a Palavra que "a quem honra, honra"? (Rm 13.7).
Na língua hebraica, a palavra para "respeito" e "honra" é kavod (dbk). É a mesma que conceitua "intensidade, peso, prestígio, brilho". Kavod é "a glória de Deus", é o "peso moral" de alguém. Por essa razão, tem aplicação tão adequada a esta função de servo da comunidade, de líder comunitário, de pessoa a serviço de Deus e dos santos.

Sincero em palavras e ações
O próximo atributo do diácono, de acordo com as Escrituras, é a firmeza de sua palavra. É o que destaca a Primeira Carta a Timóteo, capítulo 3, verso 8. Aliás, é preceito que está na palavra de Jesus Cristo, que disse de forma objetiva: "Basta que digas 'sim', quando for sim, e 'não', quando for não. Tudo o que passa disso é obra do Diabo" (Mt 5.37). Este é o caráter diaconal.
Outra tradução do Novo Testamento usa a palavra "sincero" para expressar o conceito acima. Palavra interessante esta. Sincero; dizem os especialistas no assunto que vem do teatro greco-romano. Sentimentos eram expressos com o uso de máscaras de cera. Se a expressão era de alegria ou de tristeza, usava o ator a máscara correspondente. No normal, era mostrada a face sem cera (sin + cera), Ficou claro, não é?
Uma pessoa sincera é a que se apresenta sem máscaras, e cuja palavra é firme. Mas não se confunda sinceridade com falta de educação. "Eu sou muito franca", diz alguém, e em seguida faz uma exibição gratuita de má educação social.
Sinceridade tem, realmente, a ver com a operação do Espírito Santo. Sinceridade endossa o dito anteriormente: a confiabilidade, a plenitude do Espírito, a sabedoria e a respeitabilidade, apanágios do diácono!

Quanto a temperança
Sua capacidade de equilíbrio representada pelo tópico acima. A função diaconal é solicitada basicamente com respeito à sua sensibilidade e em estar alerta para com as necessidades da igreja a que serve. Como auxiliar do seu pastor, o diácono e a diaconisa são os olhos da igreja para detectar que família ou irmão tem necessidades especiais e urgentes. O livro dos Atos destaca essas necessidades particulares ao dizer que as viúvas [dos gregos] "eram desprezadas na distribuição diária de alimento" (6.1)
Esses homens e mulheres sensíveis e atentos estão investidos daqueles traços espirituais e éticos, que, aliados ao necessário equilíbrio de uma vida temperante, os habilitarão ao exercício correto e adequado dessa importante função.
O mesmo apóstolo Paulo que, pela inspiração do Espírito diz, "os diáconos sejam... não dados a muito vinho" é o que afirma pelo Espírito, "E não vos embriagueis com vinho, em quem há devassidão, mas enchei-vos do Espírito". Ao Espírito, pois!

Quanto aos manjares
O texto de 1Timóteo 3.8 tem traduções variadas. O objetivo é deixar bem esclarecido o ensino de Paulo. A segunda edição da RAB diz " Não cobiçosos de sórdida ganância". A TLH diz "[Os diáconos não devem] ser gananciosos". A Edição Pastoral deixa bem claro, "[Os diáconos não]... ávidos de lucros vergonhosos". Em todos os casos, o Apóstolo quer deixar explícito que a inveja, a avidez, a cobiça, a ganância, o desejo de amealhar pelo amealhar, a ânsia de ganhar pelo ganhar não combinam com as altas qualidades esperadas do diácono e da diaconisa batistas.
No Sermão da Montanha, registrado está Jesus dizendo, "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom (riquezas)". Palavra mais direta não poderia haver.
O diácono há de ser um desprendido das coisas materiais. Não é um imprevidente, um perdulário. Não pode ser, no entanto, um sovina, um somítico porque não é servo do dinheiro, mas faz do dinheiro seu servo para a grandeza do reino de Deus.

Nada a temer
Esta característica diaconal é até acentuada no Salmo 24, no qual Davi, o poeta, faz a seguinte pergunta, "Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu lugar santo?" A resposta óbvia, e que nasce do caráter do próprio caráter de Deus vem a seguir, "O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente".
Não pode ser de outro modo, porque estamos tratando de consciência limpa, algo que há de ser perfeitamente natural ao caráter cristão. Natural é aquilo que forma a essência de algo. A Palavra de Deus salienta que "se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2Co 5.17). Mas só se está em Cristo; se não possui a mente de Cristo nem vive o estilo de vida do Mestre, tudo continua como era: na malignidade. A diferença está no fato que "o sangue de Jesus... nos purifica de todo o pecado" (1Jo 1.7b). Aí, nosso caráter é todo outro: não somos rancorosos, preconceituosos, invejosos, irascíveis, fingidos e desleais. Esse é o caráter do diácono e da diaconisa cristãos; esse é o caráter do cristão, da nova criatura em Cristo, purificada pelo sangue de Cristo, do que tem a consciência limpa.

Quanto ao exemplo
Como ensina o texto de 1Timóteo 3.10: "se [os candidatos a derem diáconos] se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato". O que de tão correto e justo não precisa de reparo, de qualquer justificativa ou explicação é qualificado como irrepreensível, quer dizer, não merece repreensão.
É; a postura do diácono há de ser absolutamente correta. Não pode ser objeto de comentário, censura ou observações desairosas por parte de quem quer que seja. No trato com os irmãos em Cristo, perfeitamente correto; com os descrentes, cordial e respeitoso.
Diáconos e diaconisas são facilitadores especiais da Obra de Jesus Cristo. Nada que eles façam deve ser para embaraçar, atrapalhar, prejudicar o bom testemunho e o crescimento do Reino de Deus. Daí, a necessidade de correção nas palavras, justeza nas ações, boas intenções nos pensamentos porque o que fizer, mesmo inconscientemente, resultará em benefício ou prejuízo para a Causa do Senhor, e glória do Seu Nome, não perdendo de vista que sua vida é a única Bíblia a ser lida por aqueles que os veem como diáconos e, ou, diaconisas.

Quanto a sua família
Segundo a Escritura Sagrada, o diácono deve ser um padrão como chefe de família. Não pode ser algo menos que isso, pois é uma recomendação bíblica, além de ser ponto de evidente senso comum. O que o texto sagrado quer deixar claro é que deve ser o diácono um bom gestor da vida familiar, um exemplo de marido, deixando esposa e filhos tranquilos em relação ao presente, e provendo para o futuro. Uma das clássicas versões do Novo Testamento assim coloca, "o diácono seja marido de uma só mulher e governe bem seus filhos e a própria casa" (1Tm 3.12 ARA).
A Bíblia Sagrada tem um especialíssimo lugar para a família. O relato do seu primeiro livro é que Deus a criou debaixo de Sua bênção. A família submissa a Deus é, portanto, abençoada e abençoadora. Seus filhos são as "flechas nas mãos do guerreiro" do Salmo 127, e os "rebentos de oliveira" do Salmo seguinte. Imagine-os no lar do diácono que há de ser, por esse motivo, um exemplo na casa do Senhor?

Na posição de Pai e marido
É como diz o texto sagrado: "O diácono seja marido de uma só mulher e governe bem seus filhos e a própria casa" (1Tm 3. 12). O diácono há de ser amante da disciplina.
A disciplina, que começa em casa, mantém seu casamento estável e seus filhos em sujeição. A disciplina mantém sua vida espiritual equilibrada, o que trará como conseqüência uma consciência tranqüila, um coração alerta do qual procederão conselhos e ponderações que somente ajudarão a igreja e seu pastor a prosseguir no seu caminho.
Uma vida conjugal bem ajustada, uma família criada aos pés de Jesus Cristo, compreensão e carinho entre os familiares, testemunho fiel dos pais, bom procedimento dos filhos, são basilares para que o mundo veja a diferença que Cristo faz na vida. Afinal, diz a Santa Palavra que "Se alguém está em Cristo é uma nova criatura", e as coisas do passado ficaram para trás porque tudo é novidade de vida.

"...quanto às mulheres..."
Deste modo, Paulo inicia suas instruções com relação às diaconisas. Tudo o que foi dito aos candidatos homens ao diaconato tem pertinência com respeito às candidatas. A dignidade é a mesma, por essa razão, "devem ser dignas de respeito, não maldizentes, ajuizadas, fiéis em todas as coisas" (1Tm 3.11, Edição Pastoral).
É digno de observação que Paulo faz um especial destaque quando fala das candidatas a este ministério. Devem ser elas não maldizentes; ajuizadas; fiéis em todas as coisas.
Esse diferencial tem cabimento, visto que as mulheres cristãs são pessoas tão especiais que o apóstolo Pedro na sua Primeira Carta, capítulo 3.4 coloca como qualidade distintiva das senhoras e jovens cristãs "o incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo" (VRA) ou, como diz a Edição Pastoral, "o enfeite inalterável de caráter suave e sereno" O apóstolo é bem claro: é necessário que as queridas irmãs sejam "respeitáveis, não maldizentes, temperantes e fiéis em tudo", assim verte a ARA, o que a BSPC coloca como "dignas, não murmuradoras, pessoas de bom senso e fiéis em tudo".
Realmente, se há um destaque, é porque diaconisas são pessoas especiais. Purificadas de seus pecados pelo sangue de Jesus, como ensina João, filhas amadas de Deus, influentes na congregação dos crentes, são, em verdade, criaturas muito especiais. São senhoras de uma dignidade ou respeitabilidade a toda prova, não passam adiante o que alguém lhe confidencia, nem aceitam de primeira o que lhe chega aos ouvidos sobre outros irmãos, por isso não podem ser maldizentes ou murmuradoras. Equilibradas em tudo o que pensam, dizem e realizam, quer dizer, temperantes ou de bom senso. Fiéis. Essa é a maior prova de lealdade ao Mestre e Sua Igreja, à Denominação a quem servem, e à igreja local onde exercem o ministério da diaconia.

Quanto sua função
Sim; quais as funções de um diácono numa igreja evangélica? Que é um dos oficiais da igreja, juntamente com o pastor, já o sabemos. Porém, qual a sua tarefa básica?
Em outro grupo religioso, o diaconato é um passo para chegar ao sacerdócio. O seminarista é ordenado diácono, estagia por algum tempo, e vai ascendendo até ser ordenado sacerdote, quando, segundo a doutrina do grupo, recebe o direito de fazer a transformação do pão na carne de Cristo e do vinho no Seu sangue, assim como o poder de perdoar os pecados alheios. A Bíblia, aliás, nada fala sobre essas práticas.

A Palavra de Deus explica que o diaconato nasceu de uma preocupação social. O livro dos Atos dos Apóstolos no seu capítulo 6 registra as razões para a instituição desses oficiais na igreja: o aumento dos novos discípulos, a murmuração de um segmento que julgava ser preterido na distribuição de "cestas básicas", o desvio dos pastores de suas funções com a preocupação com a distribuição diária dos gêneros alimentícios e assemelhados.

Quanto a responsabilidade no serviço diaconal
O que motiva nossa reflexão ainda é a pergunta "Que faz um diácono?" Segundo o apreciado mestre e doutrinador batista, Dr. W. C. Taylor, em seu renomado e esgotado Manual das Igrejas, os diáconos são responsáveis por três mesas:

A Mesa dos Pobres;
Cuidando dos Necessitados, nunca deixará de haver pobre na terra; por isso, eu te ordeno: livremente, abrirás a mão para o teu irmão, para o necessitado, para o pobre na tua terra. Deuteronômio 15:11
A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.Tiago 1:27
Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé. (Gálatas 6 : 10)
Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade; (Romanos 12 : 13)
O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus. (Filipenses 4 : 19)

A mesa da igreja
Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. (João 12 : 2)
E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos pelos que estavam assentados; e igualmente também dos peixes, quanto eles queriam. (João 6 : 11)
Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhes vós de comer. (Marcos 6 : 37)
Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel. (I Timóteo 5 : 8)

A mesa do Pastor.
Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver. (Hebreus 13 : 7)
Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; (I Timóteo 5 : 17)
TODOS os servos que estão debaixo do jugo estimem a seus senhores por dignos de toda a honra, para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfemados. (I Timóteo 6 : 1)
A divisão é auto-explicável, pois a Mesa dos Pobres é a ação beneficente que encontra sua fonte na própria instituição do diaconato. `'E tão somente ir a Atos 6.2, quando homens especiais foram separados para essa tarefa delicada e especial da assessoria, visitação, triagem e distribuição dos gêneros, ou como escreveu Lucas "servir às mesas".
A Mesa da Igreja é a celebração memorial da morte de Jesus Cristo, que periodicamente realizamos. Por ocasião da Ceia do Senhor, nós nos inspiramos e alegramos, e vivemos a esperança do retorno de Cristo para buscar a Sua Igreja. Os diáconos cuidam dessa inspiradora tarefa.
Quanto à Mesa do Pastor, refere-se o Dr. Taylor ao cuidado e sensibilidade especiais que devem ter os diáconos para que o Pastor da igreja e sua família não passem privações econômicas pelo fato de tantas vezes sofrerem calados pressões financeiras fazendo-o, vezes tantas, buscar uma segunda fonte de renda para poder dar dignidade aos seus, adquirir livros, jornais e revistas que lhe sirvam de instrumental para seu ensino e pregações para o bem de seu rebanho.
Que faz um diácono? Fica alerta para as necessidades de seus irmãos de fé, sendo ele mesmo o primeiro a ser abençoado.

Para refletir...
A palavra diácono e seus derivados ("servir, ministrar", "serviço, ministério") aparecem cerca de setenta vezes no Novo Testamento. Basicamente, ser diácono é ser servo ou ajudante. E, embora pareçam palavras tão diversas, diácono e ministro querem dizer a mesma coisa, vindo a primeira do grego e a segunda do latim. Assim Paulo descreve o trabalho de Epafras e o seu próprio (Cl 1.7, 23, 25).
Diácono é, então, um servo. A rigor, alguém que serve a mesa de outro. E nesse fato está todo o belo sentido espiritual da função diaconal, pois o nosso Deus é o diácono por excelência, à luz do Salmo 23.5, "preparas uma mesa perante mim..." E Jesus Cristo, o diácono sem igual, que serve a mesa do Seu povo, como diz Marcos 10.45, "o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos".

O ministério diaconal e sua história
Há toda uma história por trás da instituição do diaconato. Está relacionada com o evento registrado em Atos 6.1-6 (seleção e consagração dos Sete para ajudar os Doze na distribuição de ajuda às viúvas gregas.
Há quem se perturbe porque Lucas, o escritor dos Atos, não usa a palavra diácono. Talvez porque não percebam que ele usou o verbo "diaconizar", "fazer o trabalho de diácono" (= servir) no verso 2, e a palavra diakonia nos versos 1 e 4, traduzida por "distribuição" e "ministério", respectivamente. Portanto, a ênfase sobre o serviço social na Igreja apostólica tornou a palavra diácono um termo especialmente adequado a tais pessoas.
Além disso, era prática dos antigos crentes a chamada "festa do amor" (ágape) que envolvia dois fatos: a celebração da Ceia do Senhor, e o ministério de distribuição de alimento e ajuda financeira. Relatos antigos dão conta de que os diáconos recebiam as ofertas e ajudavam na administração dos elementos da Ceia.
Hipólito, um dos teólogos da Igreja antiga, fala de diáconos trabalhando com o seu pastor em funções litúrgicas (culto) e pastorais. Diáconos, diz ele, visitavam os enfermos, os pobres e os indigentes. Visitavam especialmente viúvas, órfãos e prisioneiros. Informavam ao pastor, e levavam aos visitados a ajuda da igreja. O governador da Bitínia, no ano 112, escreveu ao imperador Trajano, e informa que havia ordenado a tortura de duas mulheres cristãs que eram diaconisas.

Que faziam as diaconisas? Pelo menos, três coisas:
*ajudavam no batismo das mulheres;
*visitavam as casas de incrédulos (pagãos), onde havia mulheres cristãs;
*visitavam as irmãs enfermas, e ajudavam-nas em suas necessidades, e davam banho quando já em convalescença.
Sem dúvida, há uma tocante e extraordinária história de fé e serviço na instituição da função diaconal, homens e mulheres ordenados a servir. Por isso, o diaconato, a diaconia, é o alicerce de todo o ministério da igreja, e a marca da Igreja como Corpo de Cristo.


Ao diácono fora confiado
Oficial eleito para dedicar-se especialmente à:

• Obras o sociais;
• Arrecadação de recursos para fins piedosos;
• Cuida dos pobres, doentes e inválidos órfãos e viúvas;
• Zelar pela ordem e reverencia nos lugares reservados ao serviço divino;
• Exercer a fiscalização para que haja boa ordem na Casa de Deus e suas dependências.

Compete ao diaconato sondar a situação financeira dos membros, como também dos novos decididos, tendo como objetivo à elaboração de um cadastro de todos os irmãos que se enquadram na lista dos mais necessitados, cujas características devem ser antecipadamente definidas (I Timóteo 5:8-9). Devendo, também, levando-se em conta os recursos disponíveis, e as necessidades dos órfãos, viúvas e pobres, definir as prioridades a serem atendidas


Quanto a assistência litúrgica 
Tudo, porém, seja feito com decência e ordem 1 Coríntios 14:40

Embora não haja preceitos bíblicos nos quais possamos identificar as tarefas diaconais relativas à liturgia é compreensível que sendo o diácono um servo da igreja, nada o impede de tomar parte no bom desempenho dos cultos e reuniões, agindo ativamente nas seguintes tarefas:
a) Recepção e indicação de lugares
b) Auxiliar na Ceia do Senhor
c) Ajudar na cerimônia batismal
d) Orientar a reverência no recinto da igreja

Exercendo o evangelismo 
e não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava. Atos 6:10

No exemplo bíblico de Estevão, a Palavra de Deus nos mostra que também é função do diácono o trabalho de evangelismo, tanto na área interna, visitando aos membros principalmente se este estiver enfermo, e promovendo a integração dos neófitos, quanto à área externa dando estudo bíblico e visitando as pessoas interessadas.

Prestação de serviço
Embora pareçam ser trabalhos burocráticos, são de extrema necessidade para o bom acompanhamento e transparência da ação social da igreja, pelo que se recomenda que o diaconato se responsabilize pelas seguintes tarefas:

a) Escala de diáconos responsáveis pela limpeza e proteção ao patrimônio da igreja
b) Descrição da ação social realizada no mês
c) Publicação de uma prestação de contas dos recursos utilizados no mês.

A palavra de Deus traduz o termo “diácono” como serviço, ministério, assistência. Portanto, o diácono é aquele que, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, que veio especial para servir (Mt 20:28), tem o dom se servir às pessoas, para a Glória de Deus.

Requisitos fundamental para o oficio
01. Ser vocacionado - O que faz válido um oficio de diácono é a vocação, de modo que ninguém pode executá-lo correta e ordenadamente sem haver sido chamado antes por Deus. A eleição do diácono é uma evidência de que Deus vocacionou aquele irmão para este oficio.

02. Ser discípulo de Cristo - Os diáconos eleitos pela igreja são escolhidos entre os discípulos de Jesus Cristo (Atos 6:1,3).

03. Ter boa reputação - O diácono precisa e teve ter o reconhecimento perante a igreja e a sociedade de uma vida digna (Atos 6:3).

04. Ser cheio do Espírito Santo - Como todo o bom cristão, o diácono precisa e necessita ser cheio do Espírito Santo, para desempenha as suas atividades dignamente, demonstrando alegria, paz, amor longanimidade e mansidão etc.

05. Ser respeitável - O diácono deve ter um procedimento sério, digno de todo respeito e admiração por parte de todos na igreja.

06. Ser sábio no agir - Sabedoria concedida pelo Espírito Santo para saberem como resolver os problemas que existem e os que vão surgi.

07. Ter caráter - Não deve ser um difamador ou mexeriqueiro, não deve ser alguém que pense uma coisa e diga outra totalmente diferente, não deve ser uma pessoa que diz uma coisa para pessoa e algo diferente para outra.

08. Exercer o ministério de consciência limpa - O diácono deve conservar-se firme na revelação graciosa de Deus, com a consciência pura, sem contaminações intelectuais, espirituais e morais (II Tm 3:9).

09. Não ser cobiçoso e de sórdida, torpe ganancia - O diácono não pode ser alguém que lucra desonestamente. O lucro em si não é pecaminoso, contudo ele pode ser torna vergonhoso se sua obtenção passa a ser o nosso objetivo primário, em detrimento da glória de Deus.

10. Sobre tudo, ser experimentado - A conduta do diácono deve ser tão boa que ninguém tenha do que o acusar. Este reconhecimento deve ser por parte da igreja e também da sociedade. Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se (eles) se mostrarem irrepreensíveis, que exerçam o diaconato (I Tm 3:10).

Quanto recompensa para com a fidelidade
A honra concedida por Deus: Se alguém me serve, siga-me, e, onde Eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servi, o Pai o honrará (João 12:26). O reconhecimento da igreja de Cristo e maior firmeza na fé: Pois os que desempenham bem o diaconato alcançam para si mesmos, justa preeminência e muita intrepidez na fé em Cristo Jesus (I Timoteo 3:13). Lembrança graciosa de Deus: Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos (Hebreus 6:10).

A igreja espera do diácono
•Pontualidade no cumprimento de seus deveres (priorizar o Reino de Deus).
•Ser exemplo constante nos dízimos e ofertas, para os demais irmãos da fé.
•Ser irrepreensível na moral, não só na fé, prudente no agir, discreto no falar e exemplo de santidade de vida.

Quanto as programações da igreja
Sempre presente em quaisquer atividades realizadas na igreja. (cultos, festividades etc.)

Quanto ao serviço no templo
•Zelar pela boa aparência da sua igreja.
•Procurar manter tudo organizado e em bom estado de uso para os cultos.
•Ele deve saber de tudo o que a igreja possui, e as necessidades da sua igreja.
• Impedir que alguém contribua para a desordem.

O diácono deve ser sempre o primeiro a chegar e o último a sair.

• Abrir a igreja e verificar se está tudo em ordem, se não estiver, organizá-la.
• Esta sempre alegre e cheia do Espírito Santo para recepcionar os irmãos.
• Orar ao Senhor, pedindo-lhe orientação e benções para o trabalho que será realizado.
• Ficar à porta recepcionando os irmãos e visitantes que forem chegando, tratando-os muito bem para que possam retornar.
• Pedir e fazer sinal de silêncio às pessoas que chegarem conversando.
• Permanecer à porta, posicionado de forma a ter uma boa visão da rua e do templo.
• Mostra exemplo de ordem, reverência na igreja.
• Exorta os irmãos e visitantes quanto às conversas paralelas ou desordens provocadas.
• Acompanhar atento todos os atos do culto.
• Está sempre atento ao olhar do pastor, verificando se o Pr. Não está precisando de alguma coisa.
• Verificar sempre a cada culto, se no púlpito há: água, copos, óleo ungido, cadeiras suficientes, caneta, harpa, cantor cristão, a disposição dos ministros etc.
• Auxiliar os irmãos e visitantes no momento da leitura da palavra, como também no momento do ofertório

O serviço pós culto
•Recolhe hinários, pastas e papéis que ficarem sobre as cadeiras, deixando-os já prontos organizados para os próximos cultos ou trabalhos na igreja.
•Apagar as luzes dentro e fora da igreja.
•Fechar a igreja corretamente depois que todos saírem.

Havendo dado o exemplo do que é ser servo, Jesus Cristo chamou os discípulos para o caminho do serviço (Jo 13.14, 15). Esse é o significado do título desta reflexão, palavra que criamos com o verbo "diaconizar", agir como diácono, como servo.

“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para o homem” (Colossenses 3:23). “E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribui a cada um segundo as suas obras” (Apocalipse 22:12).

Parabéns, diácono. Ardo-a é sua função, todavia, prazeroso é seu chamado. Para tanto, que Deus lhe abençoe.

Adaptado por: Carlos Eduardo (Pr, Kadu)

sábado, 18 de fevereiro de 2017

5 erros cometido pelos pais na educação do filho.




Pode ser que você não perceba, mas, de vez em quando, repete os mesmos erros. Aprenda a identificá-los e corrigi-los

Depois de muito conversar, você dá o ultimato ao seu filho: “vista-se ou nós vamos ficar em casa”. Ele sequer olha para você e não levanta do sofá. “Ok, nós vamos ficar em casa”. Não é verdade, mas você não sabe mais o que fazer para que seu filho coloque a roupa. 

Calma! Educar é muito difícil, cansativo e todos sabem dos seus esforços para fazer o melhor. Entre uma conversa e outra, porém, pode escapar uma mentira antes de perder a paciência, sem que você m perceba. CRESCER conversou com especialistas para mostrar os erros mais comuns que os pais cometem durante a educação. Ah, e como corrigi-los, claro. Confira. 

Erro 1: Mentir 
“Esse carro só liga quando todos os passageiros estiverem com o cinto. Só falta você colocar o seu”. Quantas vezes, você já se pegou mentindo para o seu filho para conseguir que ele faça algo que você deseja? Pode ser mentira ou chantagem, não importa. A relação entre filhos e pais deve ser o mais clara possível. Como ele vai confiar se você mente? “E não importa o quanto essa mentira seja insignificante, toda vez que você mente, você perde a chance de conversar abertamente”, diz a psicoterapeuta Teresa Bonumá, de São Paulo. 

Como corrigir: Troque a mentira pela conversa. Seja objetivo e explique a situação em detalhes para a criança entender. Em vez de dizer que o carro só liga se o seu filho colocar o cinto, peça para ele colocar o cinto, porque só assim, vocês podem transitar com segurança.


Erro 2: Ameaçar e não cumprir 
Quem escolhe esse caminho, já sabe: da próxima vez que usar a mesma tática, seu filho não vai ouvi-la. Os exemplos são muitos: “se você não parar de jogar areia, vou tirar os seus brinquedos” ou “se você não me obedecer, vai ficar sem televisão”. Quando ele perceber que mesmo sem parar de jogar areia, os brinquedos continuam ali, não vai nem ligar quando você fizer o mesmo em uma próxima situação. 

Como corrigir: Em vez de ameaçar, avise o seu filho. Se ele persistir, tome alguma atitude imediatamente. Da próxima vez que isso acontecer, apenas o lembre do que aconteceu: “lembra que você ficou sem os brinquedos da última vez que jogou areia? Espero que isso não se repita, combinado?” 

Erro 3: Desautorizar o pai (ou a mãe) na frente das crianças 
Após aquela arte que seu filho aprontou, seu marido decide colocá-lo de castigo. Durante a conversa entre eles, você se intromete, dizendo que basta uma conversa. O mesmo pode acontecer na hora de decidir o valor da mesada, o horário de buscá-lo na festa e assim por diante. Ao questionar a decisão do seu companheiro, você diminui a autoridade dele perante as crianças. 

Como corrigir: O melhor é sempre conversar antes de tomar a decisão. Se não for possível, não discuta na frente do seu filho. Espere para falar com o pai depois. 

Erro 4: Comentar os defeitos do parceiro com seu filho 
“Seu pai é tão pão duro. Ele nunca vai comprar esse brinquedo para você”, “Nossa, sua mãe é muito atrapalhada, não consegue organizar as coisas”. Conversar sobre as falhas do seu parceiro com seu filho é tentador porque é ele que está no dia a dia ao seu lado, vivendo as mesmas situações. Mas não é um bom exemplo a ser dado. Em primeiro lugar, a atitude mostra desconsideração pelo pai (ou mãe) da criança. E, pior ainda, ela pode entender que pode fazer isso com qualquer pessoa também. 

Como corrigir: O comentário pode ser feito, mas na frente da pessoa para que ela possa se defender e assimilar a dica. Ah, e isso até pode virar uma brincadeira. 

Erro 5: Quebrar as regras 
Seu filho já sabe que não pode comer assistindo TV. Mas, um belo dia, você está almoçando às pressas e liga a televisão. Rapidamente, seu filho chama a sua atenção. Para tentar escapar, você inventa uma desculpa e diz que você pode fazer isso, mas ele não. 

Como corrigir: Não tem jeito! O seu exemplo é a melhor solução. É ele que vai inspirar o seu filho a ser uma pessoa melhor.

Por: Bruna Menegueço

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Ser esposa de Pastor


Ser esposa de Pastor é ter consciência de que a vida conjugal é um ministério,
É saber esperar em silêncio,
É suportar a solidão,
É ser longânima diante de situações delicadas,
É estar firme quando a tempestade invadir o seu lar,
É suportar as provações quando satanás sagasmente tenta tocar os filhos,
É anular-se e perder a identidade em algum ponto e depois regozijar-se por encontrar-se novamente,
Ser esposa de Pastor, é ser a mulher sem nome, sem perder a graça e o estilo de ser A mulher virtuosa,
Ser esposa de pastor é ser mãe, pai, malabarista, artista,
É aceitar as críticas sem perder a alegria de viver intensamente na presença do Senhor.
É renunciar sonhos , desejos, emoções e expurgar a alma, e mesmo assim, sentir-se feliz a cada instante, porque o Senhor compensa qualquer sacrifício,
É saber ouvir e ser tardia no falar,
É ser confiável e conselheira,
É ter sabedoria para aproveitar raros instantes a sós,
É estar disposta a abrir mão de valiosos momentos em família
É viver graciosamente na presença do Senhor e ser totalmente dependente Dele, e  calar-se quando necessitar de um amigo intimo para desabafar,
É ser a esposa excelente e correr o risco de frustrar-se quando em algum momento você falhar,
Ser esposa de Pastor é regozijar-se e ter a consciência de que essa é uma missão pessoal e um chamado especial pelo qual o Senhor a capacita dia pós dia.
É ser grata ao senhor por este privilégio!

Por: Cláudia Quadros (Mulher de Pastor)