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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

O rascunho da vida


É..., como se fosse rascunhar um livro que... a cada momento ou  dia, surge uma página nova. 

A cada hora, minuto ou segundo, uma nova vírgula, um ponto de exclamação ou, até mesmo um ponto de interrogação, trazendo consigo as dúvidas que construímos na caminhada da vida. 

Apesar do rascunho ser rascunho, muita coisa dele é aproveitado, pois é dele que Deus se utiliza para apagar o passado, avaliar o presente e, por fim, escrever o futuro. Ou seja, o fim da história do rascunho nossa vida.

Sendo assim, olhe para  o ontem, valorize o hoje e, se preciso for, corrija o que identificou precisar ser corrigido, pois cada momento é único, o passado não voltará e quando o futuro chegar, chegará baseado em todo o rascunho.

Logo, não compensa perder tempo com mágoas, brigas ou coisas semelhantes. Busque sempre o que realmente vale a pena. Jamais busque a razão, busque sempre a felicidade e, simplesmente, seja feliz."

Por: Pastor Carlos Eduardo (Pr. Kadu)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A morte que gera a vida

Texto: João 12.24"

Introdução
Ao observar o texto base, penso que podemos usar o grão como uma metáfora representando você e eu, ou seja, a nossa função como cristãos, uma vez que alcançamos maturidade.

Observe como funciona a natureza do grão.

1 - Compreensão da morte.
Após o fruto amadurecer, automaticamente cai, e caindo, é pego pelas aves para o alimento próprio que, ao pegar este fruto, vai espalhando a semente do mesmo gerando vida em lugares distintos.

2 - Compreensão da vida.
O fruto não tem a opção de permanecer no galho quando alcança maturidade.  Naturalmente cai facilitando o serviço da ave, que pensa somente  estar se alimentando  do grão, contribuindo para espalhar a boa semente.

3 - Quando a morte gera a vida.
Assim como o grão, deveria ser a vida do salvo, uma vez que amadurece, é morto para o mundo é vivo para Deus. Entendendo a necessidade de gerar vida, espalhando a semente das boas novas de salvação.

Conclusão
Se sua morte em Cristo ainda não gerou vida ao mundo é sinal que ainda não alcançou maturidade.
Pense nisto!

Por: Carlos Eduardo (Pr. Kadu)

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Perdidos na casa do Pai

Texto: Lc 15.25-30

Introdução:
O texto que acabamos de ler, relata o cuidado de Jesus ao tratar de uma família que parecia viver problemas internos, não preocupado expor qual tipo de problema a família enfrentava. Todavia, por algum motivo o filho pródigo desejou sair de casa, e, ainda sem direito. Conforme afirma o autor aos Hebreu 9.17 que diz: “um testamento só tem validade legal após a confirmação da morte do testador. Ainda assim, pede sua parte da herança ignorando a vida de seu próprio pai.  
O assunto parecia ser tão delicado que jesus, para falar do mesmo, usa duas metáforas:  
a) As 100 ovelhas, representando aquelas ovelhas que estão se afastando da igreja e estão perdidos, porém, ainda com a possibilidade de ser encontrada. Pois estão perto da igreja. v4
b) A dracma perdida dentro de casa, representando aquelas ovelhas que estão perdidas dentro da igreja. v8
Embora o título usado por Jesus seja a "parábola do filho pródigo", encontramos três personagens nesta parábola. O filho pródigo, propriamente dito. O pai e o filho mais velho.

Observando o diálogo do pai com os filhos, identificamos ambos confusos em sua intimidade com o pai.  

1 - A atitude do pai com o filho pródigo; v12b
  O texto apresenta um pai consciente. Afinal, um filho que sai da proteção de seu pai, principalmente por rebeldia, cedo ou tarde, quando tudo dá errado em sua vida, a única coisa que lhe resta fazer, é voltar para casa.    

2 - A atitude do filho pródigo; v13a-24
 Dos versos 13-24, encontramos um filho rebelde que após receber de seu pai, ainda em vida, sua parte da herança, vai para uma terra distante e gasta tudo que tinha desordeiramente. Seu desejo na fartura era de sair da presença do pai.
Na miséria, trabalhar cuidando dos porcos de seu pai, inclusive para se alimentar-se com estes.
Muitas vezes, agimos exatamente como o filho pródigo, na fartura esquecemos do Pai fazendo o Espírito Santo gemer com gemidos inexprimível (Rm 8.26b).
     
3 - A atitude do filho mais velho; v25-30
 Dos versos 25-30, vemos a indignação do filho mais velho ao ver a atitude de seu pai oferecendo um banquete pelo arrependimento e retorno de seu irmão. Por não saber discernir seu relacionamento com o pai, reivindicando sua fidelidade no serviço, quantos cristãos já deixaram de participar do grande banquete espiritual, julgando quem deve ou não participar deste banquete?
O filho mais velho observava seu pai mais como senhor do que como pai.

A palavra grega "dulós", originalmente usada para definir a palavra "servo", pode ser traduzida, por servo (o que serve por prazer) ou por escravo (o que serve por obrigação) e possivelmente o filho mais velho a definiu de forma errada. Como você tem servido a Deus?

4 - A atitude do pai com o filho mais velho; v31
Assim como o pai teve a atitude de entregar parte da herança de um filho, porque não entregou a parte do outro?
Porque um filho se rebelou e ainda rebelado expressou seu desejo ao pai. O outro, antes de também se rebelar, nunca apresentou a seu pai sua vontade.
-Ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.

Conclusão v32
O Pai, não está preocupado com seu erro. Seu pecado, segundo o autor aos Hebreus 10.17, Ele já jogou no mar do esquecimento sem direito a pesca. Sendo assim, reconheça sua falha, arrependa-se, volte para casa do Pai. Certamente será bem recebido. E poderá participar do grande banquete espiritual, pois a Bíblia afirma que há festa no céu quando um pecador se arrepende (Lc 10.7).      

Por: Pastor Carlos Eduardo (Pr. Kadu)